
«No principio, era a Palavra [gr logos] , e a Palavra [logos] estava com
Deus, e a Palavra [logos] era Deus» (João 1.1). O vocábulo «Palavra»
(gr logos), é empregado por João como um título de Cristo, um título no
sentido mais vasto e mais profundo, e fala da Sua Personalidade. Somente
João usa este vocábulo.
Na Septuaginta o vocábulo "Logos" é usado para traduzir o vocábulo hebraico
Dãbhar. A raiz desta palavra significa «aquilo que está por trás», quando
é traduzido por «palavra», também significa som compreensível. De acordo com uma
característica comum da psicologia dos hebreus, o dabhar de um homem é
considerado como, em certo sentido, «uma extensão da sua personalidade, e,
além disso, como algo que possui uma existência substancial toda própria».
O vocábulo não foi usado pela primeira vez por João.
A mais antiga doutrina do logos se encontra nos escritos de
Heráclito (filósofo grego 540-480 a.C.), embora que o termo jamais tenha sido
empregado por ele. No entanto, o sentido se faz presente. João tomou de
empréstimo dos filósofos, por ser tão apropriado como veículo de seus esforços
ao ensinar a origem celestial de Cristo. Por exemplo: Platão se utilizou desse
vocábulo para indicar a força geradora, a força originadora ou aquele que
«começa», que gera.
Nos escritos de Filo de Alexandria (filósofo dos judeus helenistas - 30 a.C.
até 50 d.C.), o «Logos» é a razão divina e Universal, a razão imanente,
que contém dentro de si mesmo o ideal universal, mas que, ao mesmo tempo, é, a
palavra expressa que procede da parte de Deus e que se manifesta neste mundo em
tudo quanto aqui existe. Seria a manifestação que Deus faz de si mesmo neste
mundo. Por conseguinte, para Filo, o «logos» seria a súmula total do
livre exercício das energias divinas. Dessa maneira, ao revelar a si mesmo, Deus
poderia ser chamado «logos»; o logos, na qualidade de agente
revelador de Deus, poderia ser chamado de Deus.
O vocábulo grego Logos tem um grande numero de diferentes significados, com o
sentido primário de «razão», «palavra», «fala», «discurso», «definição»,
«princípio», etc. As nossas versões, mormente traduzem logos
por «Verbo», contudo, dentre os seus vários significados, podemos
destacar dois deles, que são: «razão» e «palavra». Visto que João fala de Logos
como uma força criadora (João 1.3, 10) com também como uma força
controladora, então, o termo «razão» pode ser descartado, sendo que neste
caso, o vocábulo «Palavra» é que se encaixa na descrição que o evangelista
fez. O uso do vocábulo «Palavra» para traduzir «Logos» é significativo, pois é
através dele que se desenvolvem seus muitos sentidos, com “afirmação,
declaração, discurso, assunto, doutrina, questão” e, mediante um outro tipo de
desenvolvimento “razão, causa, motivo, respeito”. Se João não usou o
vocábulo Logos com o sentido de «Palavra», nem tão pouco com o sentido de
«Verbo», ao invés do vocábulo «Palavra», que é o significado mais preciso e
ideal. Para justificar este tipo de tradução, alegam que a palavra grega
logos é traduzida por «Verbo», principalmente por ser este um vocábulo do
gênero masculino, o que combina com o gênero da palavra grega logos, que
também é masculino. Para melhor assinalar, a tradução de Logos por
«Verbo», é nada mais nada menos, de que uma manobra astuciosa, com o pretexto de
afirmar a pré-existência de Cristo, como uma pessoa distinta de Jeová. Pois, uma
pessoa que lê o termo «Verbo» no texto bíblico, automaticamente é levada a crer
e aceitar em uma suposta pré-existência de Cristo, como pessoa distinta do Pai,
corroborando assim, com a existência de uma falsa trindade santa.

O apóstolo João começa no prólogo do Evangelho falando da Divindade
de Jesus, existindo como Logos. O tema do Evangelho de João é a Divindade de
Jesus Cristo (João 20.31).
João começa dizendo: «No princípio era a Palavra [grego logos]...»;
«No principio, criou Deus os céus e a terra». A expressão «no principio»
de João é diferente de Gênesis 1.1; enquanto, que este último aponta para o
início da criação, isto é, determinando um certo período de tempo; o primeiro
vai mais longe e aponta para a eternidade, é como se João tivesse dito: «Na
eternidade era o Logos (a Palavra)».
Ao denominar Jesus de Logos, João não estava ensinando que Logos era uma
Pessoa distinta de Deus Jeová, como muitos têm entendido. Como já dissemos
acima, o termo correto em português para traduzir Logos é «Palavra». A
tradução de Logos por «o Verbo» é maliciosa, pois, o seu emprego é
adequado para aqueles que sustentam que o Logos e Deus Jeová são Pessoas
distintas.
O sentido tencionado pelo apóstolo é sem sombra de dúvida «Palavra». Cristo é
a Palavra viva do Deus Altíssimo, este paralelo se encontra no Antigo
Testamento; confira abaixo:

A Palavra divina não é apenas um elemento na economia do Antigo
Testamento; ela a domina inteiramente, dando sentido à história enquanto é
criadora da mesma, suscitando entre os homens a vida de fé enquanto lhes é
dirigida como mensagem. Não é, pois, de admirar que vejamos essa importância
traduzir-se às vezes numa personificação da Palavra, paralelas às
personificações da Sabedoria. Assim se dá com a Palavra Reveladora (Sl 119.89),
e, sobretudo, com a Palavra operante, executora das ordens divinas (ver Sl
107.20; 147.15; Is 55.11).
Nestes textos citados acima, já se descobre a ação da Palavra de Deus (o
Logos), antes mesmo que o Novo Testamento a revele plenamente aos homens.
O segredo do último mistério da Palavra divina, no-lo comunica João
relacionando-o de modo mais estreito com o próprio mistério de Jesus; enquanto
Filho, Jesus é a Palavra subsistente. Portanto, é dele que deriva em última
análise toda manifestação da Palavra divina, na criação, na história, na
realização final da salvação. Compreende-se assim a palavra da epístola aos
Hebreus: «Depois de ter falado a nossos pais pelos profetas, Deus nos falou por
seu Filho» (Heb 1.1).
Enquanto Palavra, Jesus já existia, portanto, desde o começo em Deus, e era
Ele próprio o Deus Altíssimo. Ele era a Palavra criadora na qual tudo foi feito
(Jo 1.3; Heb 1.2; Sal 33.6 ss.), a Palavra iluminadora que luzia nas trevas do
mundo para trazer aos homens a revelação do Altíssimo (Jo 1.4, 9). Como já
vimos, desde o Antigo Testamento era já Ele que se manifestava secretamente sob
as aparências da Palavra operante e reveladora. Mas finalmente, nos fins dos
tempos, essa Palavra entrou abertamente na história fazendo-se carne (João
1.14); tornou se então, para os homens, objeto de experiência concreta (1 Jo
1.1ss.), de maneira que «vimos a sua glória» (Jo 1.14). O Logos
manifestado ao mundo está doravante no centro da história humana: antes dEle,
ela (a história humana) tendia para a sua encarnação; depois da sua vinda, ela
tende ao seu triunfo final. Pois é ainda Ele que vai se manifestar num
derradeiro combate, para pôr fim à ação dos poderes malignos e garantir aqui na
terra a vitória definitiva de Deus (Apoc 19.13).
Através daquilo que temos visto acima, se confirma que o Logos é o
próprio Deus Altíssimo. Pois se vê que Jeová criou todas as coisas através da
Sua Palavra e, não por intermédio de uma outra Pessoa (como se o Logos
fossem uma pessoa distinta de Jeová), como muitos chegam a interpretar. A crença
em duas pessoas divinas era algo repudiado pelo apóstolo, na sua formação
judaico-cristã, este tipo de conceito não era aceito de modo algum. Não há
nenhum ensinamento ou apenas uma alusão na Bíblia que expressa este tipo de
crença. Nem os judeus e nem os cristãos imaginavam que o Deus Altíssimo pudesse
subsistir em duas ou três pessoas divinas, como ensina a tal doutrina da
Trindade. Se essa doutrina fosse verdade, certamente Jesus e os seus apóstolos
teriam ensinado-a. João não estava ensinando que Logos era uma Pessoa
distinta, caso contrário, João bem sabia que estaria contrariando as
Escrituras.
O agente de Jeová no ato da criação foi a Sua Palavra; «E disse
Deus [Elohim]: Haja luz...haja uma expansão no meio das águas e haja separação
entre as águas e águas» (Gên 6.3,6). Elohim deu ordens e as coisas foram
criadas «haja». O método que Jeová usou na criação foi o poder da Sua Palavra.
Repetidas vezes está declarado: «E disse Deus...» (Gên
1.3,6,9,11,14,20,24,26). Em outras palavras, Ele falou e os céus e a terra
vieram a existir. O Salmista disse: «Pela palavra de Jeová foram feitos os
céus e todo o exército deles, pelo sopro de sua boca» (Sal 33.6 e ss.). A
terra surgiu quando Deus proferiu a Sua Palavra (Sal 104.6-8). O escritor aos
Hebreus disse: «Pela fé entendemos que o universo foi criado pela palavra de
Deus, de modo que o visível veio a existir das cousas que não aparecem»
(Heb 11.3). Todos os grifos são nossos. Vede também em Sal 148.5; Isaías 48.13;
Rom 4.17. Como se vê, em nenhuma destas passagens está dito que Deus Jeová tenha
criado o universo por intermédio de «uma pessoa», mas sim, pelo poder
da Sua Palavra falada.
Jeová se expressa através da Sua Palavra, pois, Ela é uma extensão
da Sua Personalidade investida de autoridade (Dt 12.32; Sl 103.20).
O Logos é o próprio Jeová em ação.

Os atributos da Sabedoria, como apresentam Provérbios 8.22-31, eram
bastante divulgados nesta época. Tanto mais que a filosofia grega já fazia
sentir no judaísmo a sua influência. Uma das belas referências à Sabedoria
encontra-se na Sabedoria de Salomão (7.22-8.1), onde se diz ser o «...espírito
do poder de Deus, a emanação do Altíssimo, a irradiação da luz eterna, o espelho
imaculado da obra de Deus, a imagem da divindade benéfica» (Sb 7.25,26). «Sua
excelência partilha do trono de Deus» (9.4), vive na sua intimidade (8.3).
A Sabedoria desempenha um papel semelhante a dos profetas, dirigindo as suas
censuras aos desavisados, cujo juízo anuncia (Prov 1.20-33), convidando os que
são dóceis a se beneficiarem de todos os seus bens (Prov 8.1-21, 32-36), a se
assentarem à sua mesa (Prov 9.4 ss.). A Sabedoria é para os homens um tesouro
superior a tudo (Sb 7.7-14). Sendo ela mesma um dom de Deus (Sb 8.21), ela é a
distribuidora de todos os bens (Prov 3.13-18; 8.32-36), segurança (Prov
3.21-26), graça e glória (4.8ss.), riqueza, honra e justiça (8.18 ss.).

A Sabedoria está oculta dos homens, porquanto Jeová é a fonte de toda a
Sabedoria. Até mesmo a morte que desvenda tantos segredos, conhece a Sabedoria
apenas como um rumor (Jó 28.22). Mas o Senhor Yahweh possui a Sabedoria desde a
eternidade (vv. 22-30). Não obstante, Deus revela a sua Sabedoria, que é a fonte
da salvação para todos os homens. A Sabedoria envolve todas as revelações feitas
por Jeová, sendo esse o grande atributo que combina com os demais atributos
divinos.
Ao mesmo tempo que a Sabedoria, aumentou a especulação do conceito da
«Palavra de Deus», desenvolvida sobretudo na Sabedoria de Salomão 18.15,16: «Toda
a tua Palavra saiu do trono real dos céus como um guerreiro valoroso, que, no
meio da terra condenada, impunha a espada dos teus mandamentos, fere de morte
tudo o que encontra e, de um lado tocava o céu, de outro pisava a terra».
Trata-se duma alusão da mortandade dos primogênitos do Egito. No mesmo livro a
«Palavra» é identificada com a «Sabedoria»: «O Deus dos nossos pais, que pela
Palavra tudo criastes, e pela Sabedoria formaste o homem...» (Sb 9.1-2)
Em face desta doutrina, podemos chegar à conclusão de que a Sabedoria e a
Palavra são uma e a mesma coisa. Todos estes conceitos que acabamos de ver
serviram de fundo ao evangelho de João. E assim a Sabedoria, a Palavra e a Lei
dos judeus cumpriram-se, segundo João, em Jesus Cristo. Paulo disse que Jesus é
a Sabedoria de Deus (1 Cor 1.24,30), não só porque ele comunica a
Sabedoria aos homens, é porque Ele próprio é a Sabedoria, assim como é também a
sua Palavra (João 1.1ss.).

A colocação que o apóstolo João faz a respeito do «Logos», é
idêntica a passagem de Provérbios oito, compare:
João 1.1a; 2 : «No princípio era a Palavra... Ele (o
Logos) estava no princípio com Deus». Aqui se fala sobre a eternidade da
Palavra. Agora compare com Provérbios 8.22, 23, que fala sobre a eternidade da
Sabedoria: «Jeová me possuía no início de sua obra, antes de suas obras mais
antigas. Desde a eternidade fui estabelecida, desde o princípio, antes do começo
da terra...» (vs. 22 e 23; leia até o versículo 29).
João 1.1b; «...e a Palavra estava com Deus..». Aqui se diz da
profunda comunhão do Logos (a Palavra) com Deus. Compare com Provérbios 8.22, o
qual diz a mesma coisa acerca da Sabedoria: «...e então eu (Sabedoria) estava
com ele (Jeová) e ...». Note o quanto são idênticas estas duas expressões.
João 1.1c; «...e a Palavra era Deus». João aponta o Logos (a
Palavra) como sendo o próprio Deus. Compare com as passagens de Provérbios
8.32-36. Observe as expressões «...o que me acha, acha a vida, e alcança
favor de Jeová» (v. 35), e compare também com João 14.6, onde Jesus disse
que Ele é «...a Vida...». Vede também em João 11.25; «Eu sou a ressurreição e a
vida...». Nos textos de Provérbios (v. 32 a 36), a Sabedoria é vista a
fazer o convite e o aviso aos homens, para que se arrependam de seus maus
caminhos e se convertam a Jeová. Estes pronunciamentos são feitos por Jesus
Cristo em João 3.16-21. A Sabedoria também se identifica com Jeová nos versos 12
a 21 de Provérbios 8.
João 1.3: «Todas as coisas foram feitas por intermédio dele (o
Logos), e sem ele nada do que foi feito se fez». Compare esta passagem de
João com os textos de Provérbios 8.22 a 30 (leia atentamente). Nestas passagens
também se fala sobre toda a criação, no versículo 30 a Sabedoria diz; «...e
era seu arquiteto...». A Sabedoria é vista aqui como um mestre artífice que
se mostrou ativo durante o tempo da criação, de fato, o instrumento usado por
Jeová para criar. Assim também é dito acerca do Logos. E disse mais a Sabedoria:
«Por meu intermédio reinam os reis, e os príncipes decretam justiça.
Por meu intermédio governam os príncipes, os nobres e todos os juízes
da terra» (Prov 8.15,16).
João 1.14: «E a Palavra se fez carne, e habitou entre nós...».
A Palavra agora se tornou humana, vindo habitar entre os homens. Observe o
paralelo desta passagem em Provérbios 8.31; «...regozijando-se no seu mundo
habitável, e achando as minhas delícias com os filhos dos homens». Aqui,
se vê a Sabedoria se alegrando com os homens, isto é, habitando, vivendo e
compartilhando com os sentimentos dos homens.

A palavra do homem é o modo de ele se exprimir, de se comunicar com
outras pessoas. Pela sua palavra, faz conhecidos seus pensamentos; pela sua
palavra, dá ordens e efetua a sua vontade. A palavra que ele fala transmite o
impacto do seu pensamento e caráter. Um homem pode ser conhecido por modo
completo pela sua palavra, a até um cego pode perfeitamente conhecê-lo assim.
Ver a pessoa não daria tantas informações quanto à sua personalidade a alguém
que não tivesse ouvido falar. Da mesma forma, a “Palavra de Deus Jeová”
(quando se trata de uma referência direta de Jesus Cristo na Sua vida eterna) é
Sua maneira de exprimir Sua inteligência, vontade e poder. Jesus Cristo é a
Palavra, porque Jeová revelou Sua atividade, vontade e propósito através
dEle, e porque é por meio dEle que Jeová entra em contato com a humanidade. Nós
nos exprimimos por meio de palavras; o Deus Eterno se exprimiu através de Jesus
Cristo, a “Palavra”, que é a “expressa imagem da Sua Pessoa” (João
14.9; Hebreus 1.3). Cristo é a “Palavra do Deus Vivo” porque o
revela, outrossim, revela a si mesmo, demonstrando-o pessoalmente. Ele não
tão somente traz a mensagem do Deus Eterno; mas, Ele é, pessoalmente a própria
Mensagem do Deus Eterno.
Jeová revelara mediante a palavra dos profetas, através de sonhos, visões e
manifestações temporárias. Vede sobre «O Anjo de Jeová». Os homens, porém,
ansiavam por uma resposta ainda mais compreensível à sua pergunta: «Como é
Jeová?» Como resposta a esta pergunta ocorreu o evento mais estupendo da
Historia do mundo: «E a Palavra [Logos] se fez carne e habitou
entre nós» (João 1.14). A Eterna Palavra de Deus Jeová tomou sobre si a
natureza humana e se fez Homem, a fim de revelar Jeová através de uma
personalidade humana (Hebreus 1.1,2). Jesus é a expressão mais perfeita e
completa que podemos conhecer da Pessoa de Jeová. Através de Jesus Cristo
(a Palavra personificada), Jeová se revelou ao homem de modo mais perfeito e
definitivo. Jesus é a encarnação viva da Natureza e da Majestade de Jeová, que
veio para solucionar para sempre o problema do pecado. Como «a Palavra»,
Ele veio para criar à Sua Igreja, a Nova Aliança, ou seja, Jesus veio para
edificar a Sua Igreja (Mateus 16.18).
Tornando-se carne, «a Palavra» tornou-se visível, audível e palpável
a testemunhos oculares na terra (Marc 5.27,28). Desta forma, os homens podiam
ter contatos e associação diretos com «a Palavra da Vida», disse João: «O
que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos
próprios olhos, o que contemplamos, e o que as nossas mãos apalparam da
Palavra da Vida, porque a vida manifestou-se, e nós a vimos e lhe damos
testemunhos e vo-la anunciamos a Vida Eterna, a qual estava com o Pai e nos foi
manifestada» (1 João 1.1,2). Até então, «a Palavra da Vida» estava
oculta, «...mas, vindo à plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho» (Gál 4.4),
«a Palavra da Vida», que veio a este mundo para dar vida eterna aos
homens.
Assim sendo, àquEle que sendo a Palavra de Deus Jeová, em
si mesmo é Jeová (João 1.1), e, isto também foi reconhecido pelos homens, sobre
a terra, como Senhor e Deus (João 20.28).