O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim (João 10.11,14)
 

 

 

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    «No principio, era a Palavra [gr logos] , e a Palavra [logos] estava com Deus, e a Palavra [logos] era Deus» (João 1.1). O vocábulo «Palavra» (gr logos), é empregado por João como um título de Cristo, um título no sentido mais vasto e mais profundo, e fala da Sua Personalidade. Somente João usa este vocábulo.

   Na Septuaginta o vocábulo "Logos" é usado para traduzir o vocábulo hebraico Dãbhar. A raiz desta palavra significa «aquilo que está por trás», quando é traduzido por «palavra», também significa som compreensível. De acordo com uma característica comum da psicologia dos hebreus, o dabhar de um homem é considerado como, em certo sentido, «uma extensão da sua personalidade, e, além disso, como algo que possui uma existência substancial toda própria».

   O vocábulo não foi usado pela primeira vez por João. A mais antiga doutrina do logos se encontra nos escritos de Heráclito (filósofo grego 540-480 a.C.), embora que o termo jamais tenha sido empregado por ele. No entanto, o sentido se faz presente. João tomou de empréstimo dos filósofos, por ser tão apropriado como veículo de seus esforços ao ensinar a origem celestial de Cristo. Por exemplo: Platão se utilizou desse vocábulo para indicar a força geradora, a força originadora ou aquele que «começa», que gera.

   Nos escritos de Filo de Alexandria (filósofo dos judeus helenistas - 30 a.C. até 50 d.C.), o «Logos» é a razão divina e Universal, a razão imanente, que contém dentro de si mesmo o ideal universal, mas que, ao mesmo tempo, é, a palavra expressa que procede da parte de Deus e que se manifesta neste mundo em tudo quanto aqui existe. Seria a manifestação que Deus faz de si mesmo neste mundo. Por conseguinte, para Filo, o «logos» seria a súmula total do livre exercício das energias divinas. Dessa maneira, ao revelar a si mesmo, Deus poderia ser chamado «logos»; o logos, na qualidade de agente revelador de Deus, poderia ser chamado de Deus.

   O vocábulo grego Logos tem um grande numero de diferentes significados, com o sentido primário de «razão», «palavra», «fala», «discurso», «definição», «princípio», etc. As nossas versões, mormente traduzem logos por «Verbo», contudo, dentre os seus vários significados, podemos destacar dois deles, que são: «razão» e «palavra». Visto que João fala de Logos como uma força criadora (João 1.3, 10) com também como uma força controladora, então, o termo «razão» pode ser descartado, sendo que neste caso, o vocábulo «Palavra» é que se encaixa na descrição que o evangelista fez. O uso do vocábulo «Palavra» para traduzir «Logos» é significativo, pois é através dele que se desenvolvem seus muitos sentidos, com “afirmação, declaração, discurso, assunto, doutrina, questão” e, mediante um outro tipo de desenvolvimento “razão, causa, motivo, respeito”.  Se João não usou o vocábulo Logos com o sentido de «Palavra», nem tão pouco com o sentido de «Verbo», ao invés do vocábulo «Palavra», que é o significado mais preciso e ideal. Para justificar este tipo de tradução, alegam que a palavra grega logos é traduzida por «Verbo», principalmente por ser este um vocábulo do gênero masculino, o que combina com o gênero da palavra grega logos, que também é masculino. Para melhor assinalar, a tradução de Logos por «Verbo», é nada mais nada menos, de que uma manobra astuciosa, com o pretexto de afirmar a pré-existência de Cristo, como uma pessoa distinta de Jeová. Pois, uma pessoa que lê o termo «Verbo» no texto bíblico, automaticamente é levada a crer e aceitar em uma suposta pré-existência de Cristo, como pessoa distinta do Pai, corroborando assim, com a existência de uma falsa trindade santa.   

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    O apóstolo João começa no prólogo do Evangelho falando da Divindade de Jesus, existindo como Logos. O tema do Evangelho de João é a Divindade de Jesus Cristo (João 20.31).

   João começa dizendo: «No princípio era a Palavra [grego logos]...»; «No principio, criou Deus os céus e a terra». A expressão «no principio» de João é diferente de Gênesis 1.1; enquanto, que este último aponta para o início da criação, isto é, determinando um certo período de tempo; o primeiro vai mais longe e aponta para a eternidade, é como se João tivesse dito: «Na eternidade era o Logos (a Palavra)».

   Ao denominar Jesus de Logos, João não estava ensinando que Logos era uma Pessoa distinta de Deus Jeová, como muitos têm entendido. Como já dissemos acima, o termo correto em português para traduzir Logos é «Palavra». A tradução de Logos por «o Verbo» é maliciosa, pois, o seu emprego é adequado para aqueles que sustentam que o Logos e Deus Jeová são Pessoas distintas.

   O sentido tencionado pelo apóstolo é sem sombra de dúvida «Palavra». Cristo é a Palavra viva do Deus Altíssimo, este paralelo se encontra no Antigo Testamento; confira abaixo:

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   A Palavra divina não é apenas um elemento na economia do Antigo Testamento; ela a domina inteiramente, dando sentido à história enquanto é criadora da mesma, suscitando entre os homens a vida de fé enquanto lhes é dirigida como mensagem. Não é, pois, de admirar que vejamos essa importância traduzir-se às vezes numa personificação da Palavra, paralelas às personificações da Sabedoria. Assim se dá com a Palavra Reveladora (Sl 119.89), e, sobretudo, com a Palavra operante, executora das ordens divinas (ver Sl 107.20; 147.15; Is 55.11).

    Nestes textos citados acima, já se descobre a ação da Palavra de Deus (o Logos), antes mesmo que o Novo Testamento a revele plenamente aos homens.

    O segredo do último mistério da Palavra divina, no-lo comunica João relacionando-o de modo mais estreito com o próprio mistério de Jesus; enquanto Filho, Jesus é a Palavra subsistente. Portanto, é dele que deriva em última análise toda manifestação da Palavra divina, na criação, na história, na realização final da salvação. Compreende-se assim a palavra da epístola aos Hebreus: «Depois de ter falado a nossos pais pelos profetas, Deus nos falou por seu Filho» (Heb 1.1).

    Enquanto Palavra, Jesus já existia, portanto, desde o começo em Deus, e era Ele próprio o Deus Altíssimo. Ele era a Palavra criadora na qual tudo foi feito (Jo 1.3; Heb 1.2; Sal 33.6 ss.), a Palavra iluminadora que luzia nas trevas do mundo para trazer aos homens a revelação do Altíssimo (Jo 1.4, 9). Como já vimos, desde o Antigo Testamento era já Ele que se manifestava secretamente sob as aparências da Palavra operante e reveladora. Mas finalmente, nos fins dos tempos, essa Palavra entrou abertamente na história fazendo-se carne (João 1.14); tornou se então, para os homens, objeto de experiência concreta (1 Jo 1.1ss.), de maneira que «vimos a sua glória» (Jo 1.14). O Logos manifestado ao mundo está doravante no centro da história humana: antes dEle, ela (a história humana) tendia para a sua encarnação; depois da sua vinda, ela tende ao seu triunfo final. Pois é ainda Ele que vai se manifestar num derradeiro combate, para pôr fim à ação dos poderes malignos e garantir aqui na terra a vitória definitiva de Deus (Apoc 19.13).    

    Através daquilo que temos visto acima, se confirma que o Logos é o próprio Deus Altíssimo. Pois se vê que Jeová criou todas as coisas através da Sua Palavra e, não por intermédio de uma outra Pessoa (como se o Logos fossem uma pessoa distinta de Jeová), como muitos chegam a interpretar. A crença em duas pessoas divinas era algo repudiado pelo apóstolo, na sua formação judaico-cristã, este tipo de conceito não era aceito de modo algum. Não há nenhum ensinamento ou apenas uma alusão na Bíblia que expressa este tipo de crença. Nem os judeus e nem os cristãos imaginavam que o Deus Altíssimo pudesse subsistir em duas ou três pessoas divinas, como ensina a tal doutrina da Trindade. Se essa doutrina fosse verdade, certamente Jesus e os seus apóstolos teriam ensinado-a. João não estava ensinando que Logos era uma Pessoa distinta, caso contrário, João bem sabia que estaria contrariando as Escrituras.

    O agente de Jeová no ato da criação foi a Sua Palavra; «E disse Deus [Elohim]: Haja luz...haja uma expansão no meio das águas e haja separação entre as águas e águas» (Gên 6.3,6). Elohim deu ordens e as coisas foram criadas «haja». O método que Jeová usou na criação foi o poder da Sua Palavra. Repetidas vezes está declarado: «E disse Deus...» (Gên 1.3,6,9,11,14,20,24,26). Em outras palavras, Ele falou e os céus e a terra vieram a existir. O Salmista disse: «Pela palavra de Jeová foram feitos os céus e todo o exército deles, pelo sopro de sua boca» (Sal 33.6 e ss.). A terra surgiu quando Deus proferiu a Sua Palavra (Sal 104.6-8). O escritor aos Hebreus disse: «Pela fé entendemos que o universo foi criado pela palavra de Deus, de modo que o visível  veio a existir das cousas que não aparecem» (Heb 11.3). Todos os grifos são nossos. Vede também em Sal 148.5; Isaías 48.13; Rom 4.17. Como se vê, em nenhuma destas passagens está dito que Deus Jeová tenha criado o universo por intermédio de «uma pessoa», mas sim, pelo poder da Sua Palavra falada.

    Jeová se expressa através da Sua Palavra, pois, Ela é uma extensão da Sua Personalidade investida de autoridade (Dt 12.32; Sl 103.20). O Logos é o próprio Jeová em ação.

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    Os atributos da Sabedoria, como apresentam Provérbios 8.22-31, eram bastante divulgados nesta época. Tanto mais que a filosofia grega já fazia sentir no judaísmo a sua influência. Uma das belas referências à Sabedoria encontra-se na Sabedoria de Salomão (7.22-8.1), onde se diz ser o «...espírito do poder de Deus, a emanação do Altíssimo, a irradiação da luz eterna, o espelho imaculado da obra de Deus, a imagem da divindade benéfica» (Sb 7.25,26). «Sua excelência partilha do trono de Deus» (9.4), vive na sua intimidade (8.3).

    A Sabedoria desempenha um papel semelhante a dos profetas, dirigindo as suas censuras aos desavisados, cujo juízo anuncia (Prov 1.20-33), convidando os que são dóceis a se beneficiarem de todos os seus bens (Prov 8.1-21, 32-36), a se assentarem à sua mesa (Prov 9.4 ss.). A Sabedoria é para os homens um tesouro superior a tudo (Sb 7.7-14). Sendo ela mesma um dom de Deus (Sb 8.21), ela é a distribuidora de todos os bens (Prov 3.13-18; 8.32-36), segurança (Prov 3.21-26), graça e glória (4.8ss.), riqueza, honra e justiça (8.18 ss.).

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   A Sabedoria está oculta dos homens, porquanto Jeová é a fonte de toda a Sabedoria. Até mesmo a morte que desvenda tantos segredos, conhece a Sabedoria apenas como um rumor (Jó 28.22). Mas o Senhor Yahweh possui a Sabedoria desde a eternidade (vv. 22-30). Não obstante, Deus revela a sua Sabedoria, que é a fonte da salvação para todos os homens. A Sabedoria envolve todas as revelações feitas por Jeová, sendo esse o grande atributo que combina com os demais atributos divinos.

   Ao mesmo tempo que a Sabedoria, aumentou a especulação do conceito da «Palavra de Deus», desenvolvida sobretudo na Sabedoria de Salomão 18.15,16: «Toda a tua Palavra saiu do trono real dos céus como um guerreiro valoroso, que, no meio da terra condenada, impunha a espada dos teus mandamentos, fere de morte tudo o que encontra e, de um lado tocava o céu, de outro pisava a terra». Trata-se duma alusão da mortandade dos primogênitos do Egito. No mesmo livro a «Palavra» é identificada com a «Sabedoria»: «O Deus dos nossos pais, que pela Palavra tudo criastes, e pela Sabedoria formaste o homem...» (Sb 9.1-2)

    Em face desta doutrina, podemos chegar à conclusão de que a Sabedoria e a Palavra são uma e a mesma coisa. Todos estes conceitos que acabamos de ver serviram de fundo ao evangelho de João. E assim a Sabedoria, a Palavra e a Lei dos judeus cumpriram-se, segundo João, em Jesus Cristo. Paulo disse que Jesus é a Sabedoria de Deus (1 Cor 1.24,30), não só porque ele comunica a Sabedoria aos homens, é porque Ele próprio é a Sabedoria, assim como é também a sua Palavra (João 1.1ss.).

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    A colocação que o apóstolo João faz a respeito do «Logos», é idêntica a passagem de Provérbios oito, compare:

    João 1.1a; 2 : «No princípio era a Palavra... Ele (o Logos) estava no princípio com Deus». Aqui se fala sobre a eternidade da Palavra. Agora compare com Provérbios 8.22, 23, que fala sobre a eternidade da Sabedoria: «Jeová me possuía no início de sua obra, antes de suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui estabelecida, desde o princípio, antes do começo da terra...» (vs. 22 e 23; leia até o versículo 29).     

    João 1.1b; «...e a Palavra estava com Deus..». Aqui se diz da profunda comunhão do Logos (a Palavra) com Deus. Compare com Provérbios 8.22, o qual diz a mesma coisa acerca da Sabedoria: «...e então eu (Sabedoria) estava com ele (Jeová) e ...». Note o quanto são idênticas estas duas expressões.

    João 1.1c; «...e a Palavra era Deus». João aponta o Logos (a Palavra) como sendo o próprio Deus. Compare com as passagens de Provérbios 8.32-36. Observe as expressões «...o que me acha, acha a vida, e alcança favor de Jeová» (v. 35), e compare também com João 14.6, onde Jesus disse que Ele é «...a Vida...». Vede também em João 11.25; «Eu sou a ressurreição e a vida...». Nos textos de Provérbios (v. 32 a 36), a Sabedoria é vista a fazer o convite e o aviso aos homens, para que se arrependam de seus maus caminhos e se convertam a Jeová. Estes pronunciamentos são feitos por Jesus Cristo em João 3.16-21. A Sabedoria também se identifica com Jeová nos versos 12 a 21 de Provérbios 8.

    João 1.3: «Todas as coisas foram feitas por intermédio dele (o Logos), e sem ele nada do que foi feito se fez». Compare esta passagem de João com os textos de Provérbios 8.22 a 30 (leia atentamente). Nestas passagens também se fala sobre toda a criação, no versículo 30 a Sabedoria diz; «...e era seu arquiteto...». A Sabedoria é vista aqui como um mestre artífice que se mostrou ativo durante o tempo da criação, de fato, o instrumento usado por Jeová para criar. Assim também é dito acerca do Logos. E disse mais a Sabedoria: «Por meu intermédio reinam os reis, e os príncipes decretam justiça. Por meu intermédio governam os príncipes, os nobres e todos os juízes da terra» (Prov 8.15,16).

    João 1.14: «E a Palavra se fez carne, e habitou entre nós...». A Palavra agora se tornou humana, vindo habitar entre os homens. Observe o paralelo desta passagem em Provérbios 8.31; «...regozijando-se no seu mundo habitável, e achando as minhas delícias com os filhos dos homens». Aqui, se vê a Sabedoria se alegrando com os homens, isto é, habitando, vivendo e compartilhando com os sentimentos dos homens.

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     A palavra do homem é o modo de ele se exprimir, de se comunicar com outras pessoas. Pela sua palavra, faz conhecidos seus pensamentos; pela sua palavra, dá ordens e efetua a sua vontade. A palavra que ele fala transmite o impacto do seu pensamento e caráter. Um homem pode ser conhecido por modo completo pela sua palavra, a até um cego pode perfeitamente conhecê-lo assim. Ver a pessoa não daria tantas informações quanto à sua personalidade a alguém que não tivesse ouvido falar. Da mesma forma, a “Palavra de Deus Jeová” (quando se trata de uma referência direta de Jesus Cristo na Sua vida eterna) é Sua maneira de exprimir Sua inteligência, vontade e poder. Jesus Cristo é a Palavra, porque Jeová revelou Sua atividade, vontade e propósito através dEle, e porque é por meio dEle que Jeová entra em contato com a humanidade. Nós nos exprimimos por meio de palavras; o Deus Eterno se exprimiu através de Jesus Cristo, a “Palavra”, que é a “expressa imagem da Sua Pessoa” (João 14.9; Hebreus 1.3). Cristo é a “Palavra do Deus Vivo” porque o revela, outrossim, revela a si mesmo, demonstrando-o pessoalmente. Ele não tão somente traz a mensagem do Deus Eterno; mas, Ele é, pessoalmente a própria Mensagem do Deus Eterno.

    Jeová revelara mediante a palavra dos profetas, através de sonhos, visões e manifestações temporárias. Vede sobre «O Anjo de Jeová». Os homens, porém, ansiavam por uma resposta ainda mais compreensível à sua pergunta: «Como é Jeová?» Como resposta a esta pergunta ocorreu o evento mais estupendo da Historia do mundo: «E  a  Palavra [Logos] se  fez  carne  e habitou  entre nós» (João 1.14). A Eterna Palavra de Deus Jeová tomou sobre si a natureza humana e se fez Homem, a fim de revelar Jeová através de uma personalidade humana (Hebreus 1.1,2). Jesus é a expressão mais perfeita e completa que podemos conhecer da Pessoa de Jeová. Através de Jesus Cristo (a Palavra personificada), Jeová se revelou ao homem de modo mais perfeito e definitivo. Jesus é a encarnação viva da Natureza e da Majestade de Jeová, que veio para solucionar para sempre o problema do pecado. Como «a Palavra», Ele veio para criar à Sua Igreja, a Nova Aliança, ou seja, Jesus veio para edificar a Sua Igreja (Mateus 16.18).

    Tornando-se carne, «a Palavra» tornou-se visível, audível e palpável a testemunhos oculares na terra (Marc 5.27,28). Desta forma, os homens podiam ter contatos e associação diretos com «a Palavra da Vida», disse João: «O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e o que as nossas mãos apalparam da Palavra da Vida, porque a vida manifestou-se, e nós a vimos e lhe damos testemunhos e vo-la anunciamos a Vida Eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada» (1 João 1.1,2). Até então, «a Palavra da Vida» estava oculta, «...mas, vindo à plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho» (Gál 4.4), «a Palavra da Vida», que veio a este mundo para dar vida eterna aos homens.

    Assim sendo, àquEle que sendo a Palavra de Deus Jeová, em si mesmo é Jeová (João 1.1), e, isto também foi reconhecido pelos homens, sobre a terra, como Senhor e Deus (João 20.28).

  

 

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 By:  David Pereira Tiburcio Filho