Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem (I Timóteo 2.5)
 

 

 

Ü Batismo em Água

Ü Ceia do Senhor Jesus

Ü Pessoa de Jesus, o Messias

à O Messias prometido

à O Logos encarnado

à A encarnação do Logos divino

à Sua origem celestial

à Foi Ele homem e também Deus?

à Autêntica natureza humana

à Encarnação e as  limitações

à Poderoso em perdoar pecados

à O aperfeiçoamento de Jesus

 

 
 
 
 
 

                                                                                                                                         

Este é o site que proclama a voz do Espírito Santo

                                          

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   A identidade de Jesus de Nazaré é um dos maiores temas (ou senão o maior do cristianismo). E de se esperar, que sem o conhecimento desta identidade o cristianismo se torna uma religião qualquer.

    A humanidade de Jesus Cristo é uma doutrina por demais negligenciada pelos cristãos atuais. Os cristãos de modo geral, enfatizam a divindade de Cristo, ignorando a sua humanidade, principalmente quando se diz respeito aos seus milagres, só aceitam de modo completo a humanidade de Jesus ao se referir sobre a sua crucificação.

    Na verdade os cristãos atuais se dizem crer na humanidade de Jesus Cristo, mas na prática, negam-na. É comum alguém dizer, «Jesus multiplicou os pães, porque ele era Deus»! Esta é uma prática «docética» (no grego dokeo, que significa «parecer»). Explicando, na opinião dos cristãos atuais, Cristo foi humano apenas na «aparência», e isso representa uma antiga heresia  gnóstica, a qual os apóstolos a combatiam (1 João 5.6).

      A doutrina trinitariana define Jesus Cristo como sendo a segunda pessoa da Trindade divina, fato este que, não tem nenhum respaldo bíblico. Fico profundamente chocado diante de um dos  um dos maiores erros doutrinários de todos os tempos, que é a Trindade. Homens bons e intelectuais têm caído neste grande desvio da verdade, a Trindade. A doutrina da Trindade não faz parte da Teologia, mas de uma humanologia bem elaborada ou talvez de uma Teologia fracassada e deficiente. Nisto constitui em uma das grandes aberrações, que é aquela que diz que Maria é mãe de Deus. Para termos uma idéia; Deus Yahweh é um Ser Eterno, sem princípio e sem fim - como teria Ele mãe? Além disso, um ser mortal (como Maria) não poderia ter gerado um Ser imortal (como é o caso de Deus). Também poderíamos indagar: Se Deus teve mãe, porventura também não teria pai? E, em seguida, avôs e avós? A Bíblia jamais atribui a Maria o título de «mãe de Deus». Resumindo, este é o fruto daqueles que propagam a doutrina trinitariana. O Deus Yahweh, o qual eu sirvo não tem mãe!!!   Maria foi mãe da natureza humana de Yahweh, chamada de Jesus, o Cristo. Há uma grande diferença entre a natureza divina e a humana de Jesus, isto é, na sua natureza divina Ele é o «Pai» e na sua natureza humana Ele é o «Filho». Como Pai, na sua natureza divina, Ele não teve princípio de dias, Ele é o Eterno. Como Filho, na sua natureza humana, Ele veio a existir por ocasião de seu nascimento virginal, e, é dessa natureza, a humana, que Maria veio a ser mãe. Mãe foi mãe do homem chamado Jesus de Nazaré, também conhecido como o Cristo, o Filho de Deus. Em Seu Ministério Público, Jesus não possuía duas naturezas, uma divina e uma humana, mas unicamente uma natureza, a humana. Veja mais sobre a Origem Celestial de Jesus.

     A Bíblia inteira ensina a humanidade de Cristo. Já em Gênesis 3.15 o Messias é representado, como sendo a «semente da mulher», comparar com Mat 1.18 ss.; Luc 1.26 e ss. e então em Isaias 7.14. Cristo seria descendente de Abraão e nele todas as nações seriam abençoadas (Gên 22.18), e esse descendente, conforme Paulo explicou, era exatamente Cristo (ver Gál 3.16); Além disso, o Messias prometido pertenceria à «Tribo de Judá» (Gên 49.10), e seria da «Linhagem real de Davi» (Isa 11.10 e Jer 23.5). Assim é que Mateus traça a genealogia de Cristo partindo de Abrão, através de Davi (Mat 1.1 e ss.), ao passo que Lucas traça a genealogia de Cristo para trás, passando por Davi, por Abrão, e chegando até Adão, o primeiro homem (Luc 3.23 e SS.). A genuína humanidade de Cristo é ainda confirmada desde o seu nascimento, a sua infância, até à idade adulta (ver Luc 2.40,52), pelo fato que experimentou a tentação (Mat 4.1 ss., e referências, Heb 2.18 e 4.15), pelo fato de que padeceu fome (Mat 21.18); sede (João 4.7 e 19.28), fadiga (Marc 4.38 e João 4.6); tristeza (João 11.35), pelo fato que não sabia todas as coisas (Mat 24.36), e pelo fato que sofreu, e, sobretudo, pelo fato que morreu (Mat 26.57 a 27.50), finalmente, é importante observarmos que a humanidade de Jesus Cristo foi retida até mesmo após a sua ressurreição dentre os mortos (Luc 24.38-42) 2 Ped 1.4. (Ver mais sobre a Autêntica Humanidade de Jesus e as Suas Limitações).

          

      

  

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 By:  David Pereira Tiburcio Filho